Da Agência Câmara de Notícias
A Comissão de Finanças e Tributação reinstala hoje a Subcomissão Permanente das Micro e Pequenas Empresas. Na reunião, serão eleitos o presidente e os vice-presidentes.
A subcomissão, composta por 7 titulares e o mesmo números de suplentes, vai acompanhar a tramitação de propostas e discutir ações em favor de micro e pequenas empresas. A desburocratização da legislação e mecanismos de estímulo para os empresários desse segmento estarão entre as prioridades de trabalho neste ano.
A instalação marcada para as 14 horas na sala de reuniões da Presidência da Comissão de Finanças (sala 136, ala C).
terça-feira, 26 de abril de 2011
Truncagem de cheque torna-se procedimento padrão, segundo o BC
O Banco Central altera e consolida a regulamentação que considera a truncagem de cheque um procedimento padrão no âmbito da Compe (Centralizadora da Compensação de Cheque). A circular nº 3.532 foi publicada nesta terça-feira (26), no Diário Oficial da União, e institui a truncagem, que consiste na retenção do cheque em papel pela instituição financeira que o acolheu em depósito. A apresentação à instituição financeira sacada se realizará por intermédio de
imagem digital e outros registros eletrônicos.
O procedimento deve ser efetuado em conformidade com as especificações e os requisitos de segurança aprovados no âmbito do Grupo Consultivo para Assuntos de Compensação (Grupo Compe). A instituição financeira acolhedora deve guardar o cheque em papel até a sua liquidação final. Outras informações http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=26&data=26/04/2011
imagem digital e outros registros eletrônicos.
O procedimento deve ser efetuado em conformidade com as especificações e os requisitos de segurança aprovados no âmbito do Grupo Consultivo para Assuntos de Compensação (Grupo Compe). A instituição financeira acolhedora deve guardar o cheque em papel até a sua liquidação final. Outras informações http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=26&data=26/04/2011
domingo, 17 de abril de 2011
Empreendedorismo social marca presença na maior feira de inclusão do país
CAROLINE PELLEGRINO
DE SÃO PAULO
(Do site Empreendedor Social da Folha.com)
Projetos com foco na qualidade de vida das pessoas com deficiência e na ampliação do debate sobre o assunto são os destaques da Reatech (Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade), que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, até este domingo (17).
Entre as iniciativas apresentadas estão as das finalistas do Prêmio Empreendedor Social Cláudia Cotes, da ONG Vez da Voz, e Erika Foureaux, do Instituto Noisinho da Silva
Leia mais sobre a feira aqui.
(Foto: Silvia Zamboni/Folhapress)
Erika Foureaux, da ONG Noisinho da Silva, participa da Reatech 2011 em São Paulo.
Grande parte dos projetos está focada na inclusão social _como o do cientista da computação Gustavo de Castro Pimenta, 34, fundador do Instituto Open Door, que oferece aulas de inglês, espanhol e informática, gratuitamente, para pessoas com deficiência física e mental.
Pimenta teve paralisia cerebral, mas a dificuldade não o impediu de aprender e transmitir conhecimento para as pessoas, com as mesmas necessidades.
"Temos 80 alunos e muitos estão empregados. Capacitar é importante para a inclusão profissional", diz Pimenta.
Assim como Pimenta, Selma Gonçalves, 37, presidente da Fundação Selma, fez de sua história energia para melhorar a vida de outros. Aos 17 anos, Selma sofreu um acidente automobilístico e perdeu movimentos dos membros inferiores.
A instituição, sem fins lucrativos, oferece aulas de teatro, reabilitação física e hidroterapia, entre outras atividades. Apesar dos benefícios, a fundação que atende cerca de 1.000 pacientes, por mês, está com a capacidade sobrecarregada e deixa de realizar outros atendimentos, por falta de espaço e incentivos.
DOWN
Em todas as edições, a Reatech apoia uma causa em especial e, neste ano, a síndrome de Down ganhou destaque, com a apresentação da campanha "Ser Diferente é Normal", feita pelo Instituto Meta Social em parceria com a 3IN.
"O objetivo é apresentar pessoas reais com a síndrome, em performances criativas para convidar toda a população a se informar. Ainda tem muito a ser feito, mas a informação já está melhor", explica Helena Werneck, fundadora do instituto que oferece inclusão pelo esporte e campanhas de comunicação, há 17 anos. Helena é mãe da estudante Paula Werneck, 23, que protagoniza a campanha, tocando bateria.
A FEIRA
O público estimado para a décima edição do evento, com mais de 250 expositores, é de mais de 45 mil pessoas. Considerada uma das maiores feiras do mundo neste setor, a Reatech reúne ONGs, empresas que oferecem capacitação profissional, instituições que possuem vagas, além do lançamento de produtos e veículos adaptáveis. Em 2012, a Reatech pretende levar o modelo para Milão e, posteriormente, também para a China, a Índia e a Rússia.
No Brasil, aproximadamente 15% da população possui algum tipo de deficiência e cerca de 500 adquirem deficiências, todos os dias. O setor de produtos e serviços movimenta R$ 1,5 bilhão no país.
"A Reatech serve para mostrar à sociedade a importância do debate, a população está cada vez mais atenta ao assunto", diz o presidente do Grupo Cipa, organizador do evento, José Roberto Sevieri.
Mais informações:
www.reatech.tmp.br (sábado e domingo, das 10h às 19h, visitação gratuita)
www.opendoor.org.br
www.apraespi.org.br
www.fund-selma.org.br
www.metasocial.org.br
CAROLINE PELLEGRINO
DE SÃO PAULO
(Do site Empreendedor Social da Folha.com)
Projetos com foco na qualidade de vida das pessoas com deficiência e na ampliação do debate sobre o assunto são os destaques da Reatech (Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade), que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, até este domingo (17).
Entre as iniciativas apresentadas estão as das finalistas do Prêmio Empreendedor Social Cláudia Cotes, da ONG Vez da Voz, e Erika Foureaux, do Instituto Noisinho da Silva
Leia mais sobre a feira aqui.
(Foto: Silvia Zamboni/Folhapress)
Erika Foureaux, da ONG Noisinho da Silva, participa da Reatech 2011 em São Paulo.
Grande parte dos projetos está focada na inclusão social _como o do cientista da computação Gustavo de Castro Pimenta, 34, fundador do Instituto Open Door, que oferece aulas de inglês, espanhol e informática, gratuitamente, para pessoas com deficiência física e mental.
Pimenta teve paralisia cerebral, mas a dificuldade não o impediu de aprender e transmitir conhecimento para as pessoas, com as mesmas necessidades.
"Temos 80 alunos e muitos estão empregados. Capacitar é importante para a inclusão profissional", diz Pimenta.
Assim como Pimenta, Selma Gonçalves, 37, presidente da Fundação Selma, fez de sua história energia para melhorar a vida de outros. Aos 17 anos, Selma sofreu um acidente automobilístico e perdeu movimentos dos membros inferiores.
A instituição, sem fins lucrativos, oferece aulas de teatro, reabilitação física e hidroterapia, entre outras atividades. Apesar dos benefícios, a fundação que atende cerca de 1.000 pacientes, por mês, está com a capacidade sobrecarregada e deixa de realizar outros atendimentos, por falta de espaço e incentivos.
DOWN
Em todas as edições, a Reatech apoia uma causa em especial e, neste ano, a síndrome de Down ganhou destaque, com a apresentação da campanha "Ser Diferente é Normal", feita pelo Instituto Meta Social em parceria com a 3IN.
"O objetivo é apresentar pessoas reais com a síndrome, em performances criativas para convidar toda a população a se informar. Ainda tem muito a ser feito, mas a informação já está melhor", explica Helena Werneck, fundadora do instituto que oferece inclusão pelo esporte e campanhas de comunicação, há 17 anos. Helena é mãe da estudante Paula Werneck, 23, que protagoniza a campanha, tocando bateria.
A FEIRA
O público estimado para a décima edição do evento, com mais de 250 expositores, é de mais de 45 mil pessoas. Considerada uma das maiores feiras do mundo neste setor, a Reatech reúne ONGs, empresas que oferecem capacitação profissional, instituições que possuem vagas, além do lançamento de produtos e veículos adaptáveis. Em 2012, a Reatech pretende levar o modelo para Milão e, posteriormente, também para a China, a Índia e a Rússia.
No Brasil, aproximadamente 15% da população possui algum tipo de deficiência e cerca de 500 adquirem deficiências, todos os dias. O setor de produtos e serviços movimenta R$ 1,5 bilhão no país.
"A Reatech serve para mostrar à sociedade a importância do debate, a população está cada vez mais atenta ao assunto", diz o presidente do Grupo Cipa, organizador do evento, José Roberto Sevieri.
Mais informações:
www.reatech.tmp.br (sábado e domingo, das 10h às 19h, visitação gratuita)
www.opendoor.org.br
www.apraespi.org.br
www.fund-selma.org.br
www.metasocial.org.br
quinta-feira, 7 de abril de 2011
07 de abril: dia do jornalista
Concurso premia matérias sobre responsabilidade social e sustentabilidade; inscrição só até sábado (9)
A Associação Franquia Sustentável (Afras), braço de responsabilidade social da Associação Brasileira de Franchising (ABF) criou a categoria Jornalismo para o prêmio ABF-Afras Destaque Responsabilidade Social. O reconhecimento, que existe há cinco anos, tem como objetivo contemplar autores das melhores matérias sobre responsabilidade social e sustentabilidade no setor de franquias ou de pequenas empresas.
Poderão concorrer jornalistas e os respectivos veículos de divulgação das matérias que podem ser de mídia impressa ou online. Elas deverão ser enviadas por correio e para o e-mail iara@afras.com.br até o dia 9 de abril de 2011. As inscrições somente serão consideradas válidas após recebimento pelo interessado da confirmação de leitura pela Associação Franquia Sustentável.
Serão premiados um jornalista cuja publicação da matéria tenha ocorrido ao longo do ano de 2010.
Os vencedores desta categoria receberão um prêmio no valor de R$1.500,00 além de um certificado de reconhecimento. A divulgação dos resultados ocorrerá no dia 26/5, durante o Coquetel do Prêmio ABF-Afras, em São Paulo. O regulamento completo está no site www.afras.com.br
A Associação Franquia Sustentável (Afras), braço de responsabilidade social da Associação Brasileira de Franchising (ABF) criou a categoria Jornalismo para o prêmio ABF-Afras Destaque Responsabilidade Social. O reconhecimento, que existe há cinco anos, tem como objetivo contemplar autores das melhores matérias sobre responsabilidade social e sustentabilidade no setor de franquias ou de pequenas empresas.
Poderão concorrer jornalistas e os respectivos veículos de divulgação das matérias que podem ser de mídia impressa ou online. Elas deverão ser enviadas por correio e para o e-mail iara@afras.com.br até o dia 9 de abril de 2011. As inscrições somente serão consideradas válidas após recebimento pelo interessado da confirmação de leitura pela Associação Franquia Sustentável.
Serão premiados um jornalista cuja publicação da matéria tenha ocorrido ao longo do ano de 2010.
Os vencedores desta categoria receberão um prêmio no valor de R$1.500,00 além de um certificado de reconhecimento. A divulgação dos resultados ocorrerá no dia 26/5, durante o Coquetel do Prêmio ABF-Afras, em São Paulo. O regulamento completo está no site www.afras.com.br
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Limite de espaço para novos prédios encarece a Lapa, em SP
CAROLINE PELLEGRINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE S.PAULO
O mercado imobiliário da Lapa (zona oeste) está reaquecido. Após um bom número de lançamentos em 2009 (nove) e uma queda em 2010 (seis), 2011 prevê cinco novos empreendimentos só até o fim de abril, com o valor do metro quadrado em alta.
O preço médio do m2 dos lançamentos pulou da faixa de R$ 4.600 em 2008 para os R$ 5.700 em 2010, segundo dados da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel.
A estimativa é de elevação também dos preços dos imóveis prontos, cujo m2 varia hoje de R$ 6.000 a R$ 8.000, de acordo com a Geoimovel.
Parte da valorização se deve à dificuldade de aprovar novos projetos na Lapa. A Lei de Zoneamento restringe a quantidade de m2 a ser construída em um terreno, em relação a sua área. O incorporador deverá pagar uma contrapartida à prefeitura --a outorga onerosa-- se quiser construir além desse limite.
"Antes [da lei atual] era possível construir até quatro vezes o tamanho do lote, agora são até duas vezes e meia, com outorga", frisa João D'Ávila Neto, diretor da Geoimovel e da Amaral D'Ávila Engenharia de Avaliações.
O estoque de área excedente para edificação é limitado por distrito. O da Lapa está esgotado para residenciais; isso, para o incorporador, significa aproveitar menos o potencial dos lotes, encarecendo os lançamentos.
A demanda por imóveis no distrito, atrativo pelo aumento da oferta de serviços e de comércio devido à verticalização, contribui para a alta de valores, diz D'Ávila.
"Há escassez de produtos, mas ainda existem grandes áreas que podem ser incorporadas com a união de terrenos."
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/897586-limite-de-espaco-para-novos-predios-encarece-a-lapa-em-sp.shtml
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE S.PAULO
O mercado imobiliário da Lapa (zona oeste) está reaquecido. Após um bom número de lançamentos em 2009 (nove) e uma queda em 2010 (seis), 2011 prevê cinco novos empreendimentos só até o fim de abril, com o valor do metro quadrado em alta.
O preço médio do m2 dos lançamentos pulou da faixa de R$ 4.600 em 2008 para os R$ 5.700 em 2010, segundo dados da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel.
A estimativa é de elevação também dos preços dos imóveis prontos, cujo m2 varia hoje de R$ 6.000 a R$ 8.000, de acordo com a Geoimovel.
Parte da valorização se deve à dificuldade de aprovar novos projetos na Lapa. A Lei de Zoneamento restringe a quantidade de m2 a ser construída em um terreno, em relação a sua área. O incorporador deverá pagar uma contrapartida à prefeitura --a outorga onerosa-- se quiser construir além desse limite.
"Antes [da lei atual] era possível construir até quatro vezes o tamanho do lote, agora são até duas vezes e meia, com outorga", frisa João D'Ávila Neto, diretor da Geoimovel e da Amaral D'Ávila Engenharia de Avaliações.
O estoque de área excedente para edificação é limitado por distrito. O da Lapa está esgotado para residenciais; isso, para o incorporador, significa aproveitar menos o potencial dos lotes, encarecendo os lançamentos.
A demanda por imóveis no distrito, atrativo pelo aumento da oferta de serviços e de comércio devido à verticalização, contribui para a alta de valores, diz D'Ávila.
"Há escassez de produtos, mas ainda existem grandes áreas que podem ser incorporadas com a união de terrenos."
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/897586-limite-de-espaco-para-novos-predios-encarece-a-lapa-em-sp.shtml
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