Por Caroline Pellegrino
Especial para a Revista Comunità Italiana- Junho de 2011
Internacionalização de franquias para a Itália ganha incentivos
A proximidade entre a cultura italiana e a brasileira é apontada como fator que estreita a relação comercial entre os dois países. A internacionalização de franquias, no entanto, deve ganhar impulso nos próximos anos, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).
O diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, diz que o formato franquia permite o crescimento mais acelerado da marca.
— A internacionalização de franquias gera aumento de competitividade. O Brasil tem ligação cultural forte com a Itália, por isso buscamos acordos comerciais, visando redução de tarifas comerciais — afirma Camargo.
A Câmara de Comércio e Indústria bilateral também se mobiliza para ampliar a internacionalização brasileira para a Itália. De acordo com a instituição, em outubro de 2011, um evento será organizado, em parceria com a ABF e a Associação Italiana de Franching, em São Paulo. A data ainda não foi definida. CONTINUA
http://comunitaitaliana.com/site/index.php?option=com_content&task=view&id=13895&Itemid=2
segunda-feira, 4 de julho de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Aparência conta na hora de mostrar o imóvel para possíveis compradores
CAROLINE PELLEGRINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE S.PAULO
Há um ditado para quem quer vender um imóvel: o que os olhos do comprador veem, o bolso do vendedor sentirá.
"Muitas pessoas não se preocupam com a aparência do quintal, do portão, da pintura e, muitas vezes, do cheiro. A aparência faz muita diferença para a venda", diz a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Assim, não basta a estrutura estar em dia, com redes hidráulica e elétrica em boas condições, por exemplo. Aquela cor mais chamativa na parede da sala ou um banheiro bagunçado podem desvalorizar o patrimônio.
Para evitar esse tipo de problema, surgiu a técnica do "home staging", que consiste em encenar os ambientes da casa para causar boa impressão no possível comprador.
A despersonalização e o uso de objetos e cores neutras são exemplos de estratégias utilizadas. Algumas medidas são simples, como criar uma atmosfera agradável na hora de mostrar os cômodos.
Vale lançar mão de flores para enfeitar a casa e uma música calma de fundo, mas é preciso tomar cuidado com excessos. Esqueça, por exemplo, aquele disco de rock pesado. E nem todo mundo gosta de incenso.
"Pintei paredes, coloquei um vaso com flores e organizei tudo. Tirei as fotos da família, abri as portas e deixei um odor agradável", elenca a dentista Silvia Ribeiro, 42.
Ribeiro levou três meses para vender o imóvel em que morava. "Eu dei entrada em um apartamento novo e precisava vender o meu em pouco tempo. Descobri o 'home staging' em um programa de TV americano, comecei a pesquisar e fiz sozinha", comenta.
"A encenação é como se fosse uma maquiagem. Não precisei de imobiliária."
REFORMAS
Certos casos requerem pequenas reformas. "Contratei serviços de pintura e de troca de azulejos e de pisos", cita a líder de produção Valdete Pires, 48, que vendeu uma casa em Santo André (Grande São Paulo) em dois meses.
As técnicas do "home staging" podem reduzir o tempo da venda em até 78%, de acordo com a Resa (Associação de Encenação Imobiliária, na sigla em inglês).
http://classificados.folha.com.br/imoveis/912641-aparencia-conta-na-hora-de-mostrar-o-imovel-para-possiveis-compradores.shtml
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE S.PAULO
Há um ditado para quem quer vender um imóvel: o que os olhos do comprador veem, o bolso do vendedor sentirá.
"Muitas pessoas não se preocupam com a aparência do quintal, do portão, da pintura e, muitas vezes, do cheiro. A aparência faz muita diferença para a venda", diz a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Assim, não basta a estrutura estar em dia, com redes hidráulica e elétrica em boas condições, por exemplo. Aquela cor mais chamativa na parede da sala ou um banheiro bagunçado podem desvalorizar o patrimônio.
Para evitar esse tipo de problema, surgiu a técnica do "home staging", que consiste em encenar os ambientes da casa para causar boa impressão no possível comprador.
A despersonalização e o uso de objetos e cores neutras são exemplos de estratégias utilizadas. Algumas medidas são simples, como criar uma atmosfera agradável na hora de mostrar os cômodos.
Vale lançar mão de flores para enfeitar a casa e uma música calma de fundo, mas é preciso tomar cuidado com excessos. Esqueça, por exemplo, aquele disco de rock pesado. E nem todo mundo gosta de incenso.
"Pintei paredes, coloquei um vaso com flores e organizei tudo. Tirei as fotos da família, abri as portas e deixei um odor agradável", elenca a dentista Silvia Ribeiro, 42.
Ribeiro levou três meses para vender o imóvel em que morava. "Eu dei entrada em um apartamento novo e precisava vender o meu em pouco tempo. Descobri o 'home staging' em um programa de TV americano, comecei a pesquisar e fiz sozinha", comenta.
"A encenação é como se fosse uma maquiagem. Não precisei de imobiliária."
REFORMAS
Certos casos requerem pequenas reformas. "Contratei serviços de pintura e de troca de azulejos e de pisos", cita a líder de produção Valdete Pires, 48, que vendeu uma casa em Santo André (Grande São Paulo) em dois meses.
As técnicas do "home staging" podem reduzir o tempo da venda em até 78%, de acordo com a Resa (Associação de Encenação Imobiliária, na sigla em inglês).
http://classificados.folha.com.br/imoveis/912641-aparencia-conta-na-hora-de-mostrar-o-imovel-para-possiveis-compradores.shtml
terça-feira, 26 de abril de 2011
Finanças reinstala hoje Subcomissão das Micro e Pequenas Empresas
Da Agência Câmara de Notícias
A Comissão de Finanças e Tributação reinstala hoje a Subcomissão Permanente das Micro e Pequenas Empresas. Na reunião, serão eleitos o presidente e os vice-presidentes.
A subcomissão, composta por 7 titulares e o mesmo números de suplentes, vai acompanhar a tramitação de propostas e discutir ações em favor de micro e pequenas empresas. A desburocratização da legislação e mecanismos de estímulo para os empresários desse segmento estarão entre as prioridades de trabalho neste ano.
A instalação marcada para as 14 horas na sala de reuniões da Presidência da Comissão de Finanças (sala 136, ala C).
A Comissão de Finanças e Tributação reinstala hoje a Subcomissão Permanente das Micro e Pequenas Empresas. Na reunião, serão eleitos o presidente e os vice-presidentes.
A subcomissão, composta por 7 titulares e o mesmo números de suplentes, vai acompanhar a tramitação de propostas e discutir ações em favor de micro e pequenas empresas. A desburocratização da legislação e mecanismos de estímulo para os empresários desse segmento estarão entre as prioridades de trabalho neste ano.
A instalação marcada para as 14 horas na sala de reuniões da Presidência da Comissão de Finanças (sala 136, ala C).
Truncagem de cheque torna-se procedimento padrão, segundo o BC
O Banco Central altera e consolida a regulamentação que considera a truncagem de cheque um procedimento padrão no âmbito da Compe (Centralizadora da Compensação de Cheque). A circular nº 3.532 foi publicada nesta terça-feira (26), no Diário Oficial da União, e institui a truncagem, que consiste na retenção do cheque em papel pela instituição financeira que o acolheu em depósito. A apresentação à instituição financeira sacada se realizará por intermédio de
imagem digital e outros registros eletrônicos.
O procedimento deve ser efetuado em conformidade com as especificações e os requisitos de segurança aprovados no âmbito do Grupo Consultivo para Assuntos de Compensação (Grupo Compe). A instituição financeira acolhedora deve guardar o cheque em papel até a sua liquidação final. Outras informações http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=26&data=26/04/2011
imagem digital e outros registros eletrônicos.
O procedimento deve ser efetuado em conformidade com as especificações e os requisitos de segurança aprovados no âmbito do Grupo Consultivo para Assuntos de Compensação (Grupo Compe). A instituição financeira acolhedora deve guardar o cheque em papel até a sua liquidação final. Outras informações http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=26&data=26/04/2011
domingo, 17 de abril de 2011
Empreendedorismo social marca presença na maior feira de inclusão do país
CAROLINE PELLEGRINO
DE SÃO PAULO
(Do site Empreendedor Social da Folha.com)
Projetos com foco na qualidade de vida das pessoas com deficiência e na ampliação do debate sobre o assunto são os destaques da Reatech (Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade), que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, até este domingo (17).
Entre as iniciativas apresentadas estão as das finalistas do Prêmio Empreendedor Social Cláudia Cotes, da ONG Vez da Voz, e Erika Foureaux, do Instituto Noisinho da Silva
Leia mais sobre a feira aqui.
(Foto: Silvia Zamboni/Folhapress)
Erika Foureaux, da ONG Noisinho da Silva, participa da Reatech 2011 em São Paulo.
Grande parte dos projetos está focada na inclusão social _como o do cientista da computação Gustavo de Castro Pimenta, 34, fundador do Instituto Open Door, que oferece aulas de inglês, espanhol e informática, gratuitamente, para pessoas com deficiência física e mental.
Pimenta teve paralisia cerebral, mas a dificuldade não o impediu de aprender e transmitir conhecimento para as pessoas, com as mesmas necessidades.
"Temos 80 alunos e muitos estão empregados. Capacitar é importante para a inclusão profissional", diz Pimenta.
Assim como Pimenta, Selma Gonçalves, 37, presidente da Fundação Selma, fez de sua história energia para melhorar a vida de outros. Aos 17 anos, Selma sofreu um acidente automobilístico e perdeu movimentos dos membros inferiores.
A instituição, sem fins lucrativos, oferece aulas de teatro, reabilitação física e hidroterapia, entre outras atividades. Apesar dos benefícios, a fundação que atende cerca de 1.000 pacientes, por mês, está com a capacidade sobrecarregada e deixa de realizar outros atendimentos, por falta de espaço e incentivos.
DOWN
Em todas as edições, a Reatech apoia uma causa em especial e, neste ano, a síndrome de Down ganhou destaque, com a apresentação da campanha "Ser Diferente é Normal", feita pelo Instituto Meta Social em parceria com a 3IN.
"O objetivo é apresentar pessoas reais com a síndrome, em performances criativas para convidar toda a população a se informar. Ainda tem muito a ser feito, mas a informação já está melhor", explica Helena Werneck, fundadora do instituto que oferece inclusão pelo esporte e campanhas de comunicação, há 17 anos. Helena é mãe da estudante Paula Werneck, 23, que protagoniza a campanha, tocando bateria.
A FEIRA
O público estimado para a décima edição do evento, com mais de 250 expositores, é de mais de 45 mil pessoas. Considerada uma das maiores feiras do mundo neste setor, a Reatech reúne ONGs, empresas que oferecem capacitação profissional, instituições que possuem vagas, além do lançamento de produtos e veículos adaptáveis. Em 2012, a Reatech pretende levar o modelo para Milão e, posteriormente, também para a China, a Índia e a Rússia.
No Brasil, aproximadamente 15% da população possui algum tipo de deficiência e cerca de 500 adquirem deficiências, todos os dias. O setor de produtos e serviços movimenta R$ 1,5 bilhão no país.
"A Reatech serve para mostrar à sociedade a importância do debate, a população está cada vez mais atenta ao assunto", diz o presidente do Grupo Cipa, organizador do evento, José Roberto Sevieri.
Mais informações:
www.reatech.tmp.br (sábado e domingo, das 10h às 19h, visitação gratuita)
www.opendoor.org.br
www.apraespi.org.br
www.fund-selma.org.br
www.metasocial.org.br
CAROLINE PELLEGRINO
DE SÃO PAULO
(Do site Empreendedor Social da Folha.com)
Projetos com foco na qualidade de vida das pessoas com deficiência e na ampliação do debate sobre o assunto são os destaques da Reatech (Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade), que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, até este domingo (17).
Entre as iniciativas apresentadas estão as das finalistas do Prêmio Empreendedor Social Cláudia Cotes, da ONG Vez da Voz, e Erika Foureaux, do Instituto Noisinho da Silva
Leia mais sobre a feira aqui.
(Foto: Silvia Zamboni/Folhapress)
Erika Foureaux, da ONG Noisinho da Silva, participa da Reatech 2011 em São Paulo.
Grande parte dos projetos está focada na inclusão social _como o do cientista da computação Gustavo de Castro Pimenta, 34, fundador do Instituto Open Door, que oferece aulas de inglês, espanhol e informática, gratuitamente, para pessoas com deficiência física e mental.
Pimenta teve paralisia cerebral, mas a dificuldade não o impediu de aprender e transmitir conhecimento para as pessoas, com as mesmas necessidades.
"Temos 80 alunos e muitos estão empregados. Capacitar é importante para a inclusão profissional", diz Pimenta.
Assim como Pimenta, Selma Gonçalves, 37, presidente da Fundação Selma, fez de sua história energia para melhorar a vida de outros. Aos 17 anos, Selma sofreu um acidente automobilístico e perdeu movimentos dos membros inferiores.
A instituição, sem fins lucrativos, oferece aulas de teatro, reabilitação física e hidroterapia, entre outras atividades. Apesar dos benefícios, a fundação que atende cerca de 1.000 pacientes, por mês, está com a capacidade sobrecarregada e deixa de realizar outros atendimentos, por falta de espaço e incentivos.
DOWN
Em todas as edições, a Reatech apoia uma causa em especial e, neste ano, a síndrome de Down ganhou destaque, com a apresentação da campanha "Ser Diferente é Normal", feita pelo Instituto Meta Social em parceria com a 3IN.
"O objetivo é apresentar pessoas reais com a síndrome, em performances criativas para convidar toda a população a se informar. Ainda tem muito a ser feito, mas a informação já está melhor", explica Helena Werneck, fundadora do instituto que oferece inclusão pelo esporte e campanhas de comunicação, há 17 anos. Helena é mãe da estudante Paula Werneck, 23, que protagoniza a campanha, tocando bateria.
A FEIRA
O público estimado para a décima edição do evento, com mais de 250 expositores, é de mais de 45 mil pessoas. Considerada uma das maiores feiras do mundo neste setor, a Reatech reúne ONGs, empresas que oferecem capacitação profissional, instituições que possuem vagas, além do lançamento de produtos e veículos adaptáveis. Em 2012, a Reatech pretende levar o modelo para Milão e, posteriormente, também para a China, a Índia e a Rússia.
No Brasil, aproximadamente 15% da população possui algum tipo de deficiência e cerca de 500 adquirem deficiências, todos os dias. O setor de produtos e serviços movimenta R$ 1,5 bilhão no país.
"A Reatech serve para mostrar à sociedade a importância do debate, a população está cada vez mais atenta ao assunto", diz o presidente do Grupo Cipa, organizador do evento, José Roberto Sevieri.
Mais informações:
www.reatech.tmp.br (sábado e domingo, das 10h às 19h, visitação gratuita)
www.opendoor.org.br
www.apraespi.org.br
www.fund-selma.org.br
www.metasocial.org.br
quinta-feira, 7 de abril de 2011
07 de abril: dia do jornalista
Concurso premia matérias sobre responsabilidade social e sustentabilidade; inscrição só até sábado (9)
A Associação Franquia Sustentável (Afras), braço de responsabilidade social da Associação Brasileira de Franchising (ABF) criou a categoria Jornalismo para o prêmio ABF-Afras Destaque Responsabilidade Social. O reconhecimento, que existe há cinco anos, tem como objetivo contemplar autores das melhores matérias sobre responsabilidade social e sustentabilidade no setor de franquias ou de pequenas empresas.
Poderão concorrer jornalistas e os respectivos veículos de divulgação das matérias que podem ser de mídia impressa ou online. Elas deverão ser enviadas por correio e para o e-mail iara@afras.com.br até o dia 9 de abril de 2011. As inscrições somente serão consideradas válidas após recebimento pelo interessado da confirmação de leitura pela Associação Franquia Sustentável.
Serão premiados um jornalista cuja publicação da matéria tenha ocorrido ao longo do ano de 2010.
Os vencedores desta categoria receberão um prêmio no valor de R$1.500,00 além de um certificado de reconhecimento. A divulgação dos resultados ocorrerá no dia 26/5, durante o Coquetel do Prêmio ABF-Afras, em São Paulo. O regulamento completo está no site www.afras.com.br
A Associação Franquia Sustentável (Afras), braço de responsabilidade social da Associação Brasileira de Franchising (ABF) criou a categoria Jornalismo para o prêmio ABF-Afras Destaque Responsabilidade Social. O reconhecimento, que existe há cinco anos, tem como objetivo contemplar autores das melhores matérias sobre responsabilidade social e sustentabilidade no setor de franquias ou de pequenas empresas.
Poderão concorrer jornalistas e os respectivos veículos de divulgação das matérias que podem ser de mídia impressa ou online. Elas deverão ser enviadas por correio e para o e-mail iara@afras.com.br até o dia 9 de abril de 2011. As inscrições somente serão consideradas válidas após recebimento pelo interessado da confirmação de leitura pela Associação Franquia Sustentável.
Serão premiados um jornalista cuja publicação da matéria tenha ocorrido ao longo do ano de 2010.
Os vencedores desta categoria receberão um prêmio no valor de R$1.500,00 além de um certificado de reconhecimento. A divulgação dos resultados ocorrerá no dia 26/5, durante o Coquetel do Prêmio ABF-Afras, em São Paulo. O regulamento completo está no site www.afras.com.br
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Limite de espaço para novos prédios encarece a Lapa, em SP
CAROLINE PELLEGRINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE S.PAULO
O mercado imobiliário da Lapa (zona oeste) está reaquecido. Após um bom número de lançamentos em 2009 (nove) e uma queda em 2010 (seis), 2011 prevê cinco novos empreendimentos só até o fim de abril, com o valor do metro quadrado em alta.
O preço médio do m2 dos lançamentos pulou da faixa de R$ 4.600 em 2008 para os R$ 5.700 em 2010, segundo dados da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel.
A estimativa é de elevação também dos preços dos imóveis prontos, cujo m2 varia hoje de R$ 6.000 a R$ 8.000, de acordo com a Geoimovel.
Parte da valorização se deve à dificuldade de aprovar novos projetos na Lapa. A Lei de Zoneamento restringe a quantidade de m2 a ser construída em um terreno, em relação a sua área. O incorporador deverá pagar uma contrapartida à prefeitura --a outorga onerosa-- se quiser construir além desse limite.
"Antes [da lei atual] era possível construir até quatro vezes o tamanho do lote, agora são até duas vezes e meia, com outorga", frisa João D'Ávila Neto, diretor da Geoimovel e da Amaral D'Ávila Engenharia de Avaliações.
O estoque de área excedente para edificação é limitado por distrito. O da Lapa está esgotado para residenciais; isso, para o incorporador, significa aproveitar menos o potencial dos lotes, encarecendo os lançamentos.
A demanda por imóveis no distrito, atrativo pelo aumento da oferta de serviços e de comércio devido à verticalização, contribui para a alta de valores, diz D'Ávila.
"Há escassez de produtos, mas ainda existem grandes áreas que podem ser incorporadas com a união de terrenos."
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/897586-limite-de-espaco-para-novos-predios-encarece-a-lapa-em-sp.shtml
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE S.PAULO
O mercado imobiliário da Lapa (zona oeste) está reaquecido. Após um bom número de lançamentos em 2009 (nove) e uma queda em 2010 (seis), 2011 prevê cinco novos empreendimentos só até o fim de abril, com o valor do metro quadrado em alta.
O preço médio do m2 dos lançamentos pulou da faixa de R$ 4.600 em 2008 para os R$ 5.700 em 2010, segundo dados da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel.
A estimativa é de elevação também dos preços dos imóveis prontos, cujo m2 varia hoje de R$ 6.000 a R$ 8.000, de acordo com a Geoimovel.
Parte da valorização se deve à dificuldade de aprovar novos projetos na Lapa. A Lei de Zoneamento restringe a quantidade de m2 a ser construída em um terreno, em relação a sua área. O incorporador deverá pagar uma contrapartida à prefeitura --a outorga onerosa-- se quiser construir além desse limite.
"Antes [da lei atual] era possível construir até quatro vezes o tamanho do lote, agora são até duas vezes e meia, com outorga", frisa João D'Ávila Neto, diretor da Geoimovel e da Amaral D'Ávila Engenharia de Avaliações.
O estoque de área excedente para edificação é limitado por distrito. O da Lapa está esgotado para residenciais; isso, para o incorporador, significa aproveitar menos o potencial dos lotes, encarecendo os lançamentos.
A demanda por imóveis no distrito, atrativo pelo aumento da oferta de serviços e de comércio devido à verticalização, contribui para a alta de valores, diz D'Ávila.
"Há escassez de produtos, mas ainda existem grandes áreas que podem ser incorporadas com a união de terrenos."
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/897586-limite-de-espaco-para-novos-predios-encarece-a-lapa-em-sp.shtml
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Saiba onde jogar o lixo eletrônico: Campanha Drogaria SP
A Drogaria São Paulo comemora novos números da Campanha de Arrecadação de Pilhas e Baterias Usadas: mais de 100 toneladas de lixo eletrônico deixaram de contaminar o meio ambiente. Desde 2004, todas as lojas funcionam como postos de arrecadação de detritos e são equipadas com Cata-pilhas.
“Estamos muito contentes com a evolução da Campanha e nossa meta é que esse número cresça cada dia mais, em 2011”, comenta o Diretor de Marketing, André Elias.
No ano passado, a rede adotou a distribuição de pequenas caixas, os mini cata-pilhas. Os clientes podem retirar o recipiente na loja, usarem em casa e devolver com os detritos. A Drogaria São Paulo se responsabiliza pelo destino correto e reciclagem.
A pilha comum e as baterias, em geral, são compostas por pelo menos três metais pesados e nocivos à saúde: zinco, chumbo e manganês. Quando não descartados corretamente, contaminam o solo e a água, causando um grande desgaste ao meio ambiente e prejudicando a saúde da população e animais. Há lojas da rede em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
“Estamos muito contentes com a evolução da Campanha e nossa meta é que esse número cresça cada dia mais, em 2011”, comenta o Diretor de Marketing, André Elias.
No ano passado, a rede adotou a distribuição de pequenas caixas, os mini cata-pilhas. Os clientes podem retirar o recipiente na loja, usarem em casa e devolver com os detritos. A Drogaria São Paulo se responsabiliza pelo destino correto e reciclagem.
A pilha comum e as baterias, em geral, são compostas por pelo menos três metais pesados e nocivos à saúde: zinco, chumbo e manganês. Quando não descartados corretamente, contaminam o solo e a água, causando um grande desgaste ao meio ambiente e prejudicando a saúde da população e animais. Há lojas da rede em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Consorciado excluído poderá ter direito a devolução imediata
DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
A Câmara analisa o Projeto de Lei 7899/10, do deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), que obriga as administradoras de consórcio a devolver imediatamente ao consorciados excluídos os valores já pagos ao fundo comum do grupo. A proposta altera a lei do sistema de consórcio (11.795/08). A legislação atual já prevê a restituição, mas não obriga que ela seja imediata.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/192286-CONSORCIADO-EXCLUIDO-PODERA-TER-DIREITO-A-DEVOLUCAO-IMEDIATA.html
A Câmara analisa o Projeto de Lei 7899/10, do deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), que obriga as administradoras de consórcio a devolver imediatamente ao consorciados excluídos os valores já pagos ao fundo comum do grupo. A proposta altera a lei do sistema de consórcio (11.795/08). A legislação atual já prevê a restituição, mas não obriga que ela seja imediata.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/192286-CONSORCIADO-EXCLUIDO-PODERA-TER-DIREITO-A-DEVOLUCAO-IMEDIATA.html
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Síndico deve exigir autorização dos pais para crianças usarem áreas de lazer
CAROLINE PELLEGRINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
As férias escolares levantam a bola para uma questão séria: as brincadeiras nas áreas comuns do prédio.
Playgrounds requerem inspeção semestral, segundo a norma nº 14.350/99 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Crianças com menos de dez anos não podem andar sozinhas no elevador, pela lei municipal nº 12.751/98.
Uma recomendação dos especialistas é o síndico obter autorização por escrito dos pais para seus filhos usarem equipamentos de lazer.
"Se as crianças não estiverem acompanhadas, a responsabilidade será transferida para o condomínio", lembra o advogado Edwin Britto, membro da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-SP.
Em um edifício na Penha (zona leste), o filho de Zilda Ruescas, 44, sofreu um corte na cabeça ao brincar na piscina, em 2007. O síndico não se responsabilizou pelo acidente, mas poderia ter sido acionado na Justiça. "Só no dia seguinte ele enviou um comunicado falando que as crianças deveriam ser assistidas pelos pais", diz Ruescas.
CIRCULARES
Outra orientação é "distribuir circulares protocoladas aos pais sobre normas de uso dos brinquedos", menciona Rosely Schwartz, professora do curso de administração de condomínios da EPD (Escola Paulista de Direito).
No condomínio Ilha do Sul, em Pinheiros (zona oeste), placas ditam as regras de uso dos ambientes. "Nunca tivemos problemas, as crianças brincam sozinhas", afirma o síndico Roberto Muller.
Uma opção é contratar um monitor. "A decisão deve ser tomada em assembleia", frisa Britto. "As próprias mães podem organizar um rodízio para olhar as crianças", sugere Schwartz.
Regras não previstas legalmente, como proibir crianças nas áreas comuns após 22 h, também têm de ser aprovadas em assembleia.
Para Silvia Colello, professora de psicologia da educação da USP (Universidade de São Paulo), os espaços de lazer dos condomínios são importantes --e devem atender a todas as idades. "O desenvolvimento infantil é melhor quando há contato com brinquedos e outras crianças."
No Ilha do Sul, há biblioteca infantojuvenil, brinquedoteca, pista de skate e auditório para a exibição de filmes e peças teatrais.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/848029-sindico-deve-exigir-autorizacao-dos-pais-para-criancas-usarem-areas-de-lazer.shtml
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
As férias escolares levantam a bola para uma questão séria: as brincadeiras nas áreas comuns do prédio.
Playgrounds requerem inspeção semestral, segundo a norma nº 14.350/99 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Crianças com menos de dez anos não podem andar sozinhas no elevador, pela lei municipal nº 12.751/98.
Uma recomendação dos especialistas é o síndico obter autorização por escrito dos pais para seus filhos usarem equipamentos de lazer.
"Se as crianças não estiverem acompanhadas, a responsabilidade será transferida para o condomínio", lembra o advogado Edwin Britto, membro da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-SP.
Em um edifício na Penha (zona leste), o filho de Zilda Ruescas, 44, sofreu um corte na cabeça ao brincar na piscina, em 2007. O síndico não se responsabilizou pelo acidente, mas poderia ter sido acionado na Justiça. "Só no dia seguinte ele enviou um comunicado falando que as crianças deveriam ser assistidas pelos pais", diz Ruescas.
CIRCULARES
Outra orientação é "distribuir circulares protocoladas aos pais sobre normas de uso dos brinquedos", menciona Rosely Schwartz, professora do curso de administração de condomínios da EPD (Escola Paulista de Direito).
No condomínio Ilha do Sul, em Pinheiros (zona oeste), placas ditam as regras de uso dos ambientes. "Nunca tivemos problemas, as crianças brincam sozinhas", afirma o síndico Roberto Muller.
Uma opção é contratar um monitor. "A decisão deve ser tomada em assembleia", frisa Britto. "As próprias mães podem organizar um rodízio para olhar as crianças", sugere Schwartz.
Regras não previstas legalmente, como proibir crianças nas áreas comuns após 22 h, também têm de ser aprovadas em assembleia.
Para Silvia Colello, professora de psicologia da educação da USP (Universidade de São Paulo), os espaços de lazer dos condomínios são importantes --e devem atender a todas as idades. "O desenvolvimento infantil é melhor quando há contato com brinquedos e outras crianças."
No Ilha do Sul, há biblioteca infantojuvenil, brinquedoteca, pista de skate e auditório para a exibição de filmes e peças teatrais.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/848029-sindico-deve-exigir-autorizacao-dos-pais-para-criancas-usarem-areas-de-lazer.shtml
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